segunda-feira, 9 de novembro de 2009

SEJA UM BOM OUVINTE... TESTE

Você sabe ouvir?


1. Para ouvir , você vira-se na direção de quem fala e olha diretamente par ele?
( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

2. Ao ouvir você observa a pessoa que está falando?
( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

3. Pela aparência e maneira de falar da pessoa com quem conversa, você julga se o que ele tem a dizer vale a pena ser considerado?
( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

4. Ao ouvir, você costuma ajudar o outro a se expressar, completando o que ele tem a dizer?
( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

5. Enquanto ouve, você examina seus próprios pontos de vista e prepara sua contra-argumentação?
( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

6. Você presta atenção em que lhe está falando, evitando distrair-se?
( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

7. Ouvindo uma opinião com a qual você não concorda, você interrompe imediatamente quem lhe fala?
( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

8. Antes de emitir sua opinião sobre alguma coisa que ouviu, você procura certificar-se de que compreendeu o que lhe foi dito?
( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

9. Mesmo sentindo que os seus pontos de vista estão sendo abalados pelo que o outro está dizendo, você continua atento à mensagem?
( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

10. Você fica especialmente atento para as “deixas” do outro, visando reforçar sua contra-argumentação?

( ) Geralmente ( ) Às vezes ( ) Raramente

Você sabe ouvir?

Perguntas 1,2,6,8 e 9

Geralmente..................................................................................10 pontos
Às vezes......................................................................................05 pontos
Raramente.....................................................................................0 pontos

Perguntas 3,4,5,7 e 10

Geralmente....................................................................................0 pontos
Às vezes.........................................................................................05 pontos
Raramente......................................................................................10 pontos

Aferição:

Até 65 – Você tem maus hábitos de audição

70 a 85 – Ouve bem, mas poderá melhorar

90 a 100 – Você é excelente ouvinte. Parabéns!
Transformando ameaças em oportunidades
Marizete Furbino
Marizete FurbinoMarizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC-Vale do Aço.
+ textos de Marizete Furbino
Em meio à era da incerteza, nada estará garantido. Assim, além de depararmos com uma constante competição, encontramos também desafios; e para isso teremos de ser sábios para transformar cada desafio em grande oportunidade de aprendizado e de negócio.
Salienta-se que o seu sucesso dependerá muito da maneira como você irá enxergar e encarar os desafios. Tudo dependerá de sua decisão. Pensando assim, a maneira como você reage a este desafio, é determinante. Se lamentar o tempo todo, provavelmente não irá enxergar as estratégias que terá de traçar e nem o caminho a percorrer; assim, tudo ficará obscuro, levando-o ao fracasso.
Caso você se sinta realmente desafiado, irá "abraçar" aquela causa, envidar esforços, doar-se em demasia e então, além de enxergar o caminho de forma límpida, identificando e entendendo cada desafio, enxergará e avaliará possíveis determinantes, utilizando estratégias de forma a alcançar a superação. E isto faz do desafio uma grande oportunidade de desenvolvimento e crescimento, revertendo todo o quadro negativo.
Sabemos que as ameaças e os desafios são constantes, e que a competição é diária. Em meio a esta era, não há como isentar-se desses dois fatores. Melhor política é, em vez de reclamar, fazer. Se for imprescindível enfrentar, que encare de cabeça erguida, com garra e determinação. Portanto, o profissional deverá enxergar as ameaças, bem como os desafios; encará-los de frente, desvinculando de seu ser o medo, a insatisfação, a aflição, a angústia, o sofrimento e todo "azedume" que porventura poderá surgir, pois, quando mal conduzidos, os desafios, assim como as ameaças, se tornam fracassos.
Além de ter que banir o medo e a insegurança de sua vida profissional, é preciso se antever aos fatos, enxergando o que ainda não foi visualizado por muitos, trabalhando a imaginação, compilando a ideia, colocando-a em prática em prol da agregação de valor do produto ou serviço, através do desejo aguçado e da vontade de acertar, neutralizando a ansiedade. Dessa forma, favorecerá bastante à construção de algo novo ou inusitado, fazendo assim o diferencial no mercado.
Pensando assim, sabemos que a maneira mais fácil de vencer um desafio reside no amor. Sentir prazer e amor pelo que se faz é a chave de todo o negócio, pois, quando você ama o que faz, desperta o querer que existe dentro de você e a partir daí o caminho, além de ficar largo, fica límpido, fluindo força, coragem, perseverança, determinação e otimismo; por conseguinte, não se deixando abater diante das dificuldades, o que facilita todo o processo.
Somados a isso, o profissional, conhecedor de seus talentos, habilidades, capacidades e conhecimentos, deverá confiar mais em si mesmo. A autoconfiança torna-se fator sine qua non para se alcançar o sucesso. Além disso, devemos ter sempre em mente que os desafios nos revelam oportunidades de desenvolvimento e crescimento, o que contribui para nos tornarmos cada vez melhores no que fazemos.
É preciso lembrar que o que irá determinar o nosso sucesso diante dos desafios chama-se ação. Será a nossa ação que irá reverter todo o quadro presente encontrado. Planejar ações de forma a agregar valor e fazer o diferencial no mercado se torna imprescindível em meio a tantos desafios. Profissionais que não se planejarem correrão sérios riscos de serem esmagados pelo mercado, pois o planejamento é uma valiosa ferramenta de gestão.
Desta forma, ressalte-se também que o planejamento estratégico é de suma importância, uma vez que servirá de bússola, dando rumo à caminhada. Assim proporcionará que o profissional seja ágil e proativo, tendo sabedoria para enfrentar as ameaças, aproveitando ao máximo as oportunidades encontradas em meio à "destemperança" do mercado, visualizando e transformando seus pontos fracos em fortes, mantendo o foco e o direcionamento em prol do almejado, mas agindo com rapidez em meio às mudanças.
Por fim, deve-se adotar uma nova postura diante de tantos desafios; e isto se torna, além de fundamental, emergencial a qualquer profissional que deseja pelo menos sobreviver no mercado competitivo. À vista do exposto, é importante lembrar que para vencer qualquer desafio ou ameaça você depende de uma e única exclusiva pessoa: você.
Dicas para estimular a criatividade no trabalho
Patrícia Bispo
Patrícia BispoFormada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.
+ textos de Patrícia Bispo
Quem nunca parou diante de uma proposta inovadora apresentada por alguma pessoa, seja no campo pessoal ou profissional? O que poucos sabem, no entanto, é que todo ser humano tem um potencial criativo guardado dentro de si e que muitas vezes precisa apesar de um "empurrãozinho" para despertá-lo. Nas organizações, por exemplo, a criatividade está cada vez mais sendo valorizada. Afinal, são as pessoas que fazerm a diferença para o negócio. Porém, para que os profissionais sintam-se estimulados a apresentarem o potencial criativo, eles precisam arriscar e não ter medo de errar. E isso só ocorre quando a empresa dá abertura para que seus profissionais apresentem ideias, sugestões inovadoras. Vale destacar que a área de Recursos Humanos é um dos grandes aliados da criatividade no meio corporativo. Contudo, é indiscutível a participação efetiva dos líderes, pois são os gestores que estão em contato direto com suas equipes. A seguir, deixo listada 10 sugestões para as organizações que veem na criatividade dos seus colaboradores uma grande oportunidade para assegurarem espaço em um mercado tão competitivo e em constante processo de mudanças.
1 - A criatividade exige que o profissional esteja aberto à inovação. Para isso, a empresa precisa deixar claro que aceita mudanças que agregam valor ao negócio e aos próprios funcionários. Afinal, o meio organizacional vivencia mudanças em ritmos cada vez mais acelerados.
2 - O estímulo à implementação de novas ideias faz com que as pessoas sintam-se motivadas a apresentarem sugestões. O exemplo deve começar de cima, ou seja, os dirigentes, os líderes, devem dar o exemplo e serem os primeiros a oferecerem a inovação aos membros das suas equipes.
3 - Se uma mente é capaz de criar, propor inovações que façam a diferença para o negócio, quando a organização incentiva a integração entre os funcionários e possibilita que as pessoas troquem experiências, busquem ajuda para realizar determinadas atividades, o resultado certamente pode surpreender. Não há mais espaço para o individualismo no meio organizacional.
4 - Quem não errou é porque nunca tentou fazer algo. Através dos erros é possível encontrar o caminho certo rumo ao aprendizado. Se a primeira tentativa não alcançou os resultados esperados, o líder deve estimular sua equipe a não desistir, e nada melhor do que uma boa conversa. Assim, os profissionais poderão identificar o que não deveria ter sido feito e o que pode ser acrescentado a partir de uma nova tentativa.
5 - Equipes criativas precisam de líderes que deem um norte para as ações que irão desenvolver. Descentralizar atividades pode ser um caminho para que as pessoas soltem a criatividade que, muitas vezes, está presa reprimida em cada profissional.
6 - Uma organização que valoriza a criatividade possui canais de comunicação acessíveis. Quando um profissional toma conhecimento que uma determinada ação surgiu a partir da iniciativa de um colega da empresa, ele se sentirá motivado a inovar, a arriscar. Assim, haverá a constatação de que a companhia dá abertura para a inovação.
7 - Os gestores devem ouvir a opinião dos liderados. Se um deles chega e pede para apresentar a solução para um determinado problema, por exemplo, o funcionário merece atenção e ser ouvido.
8 - Ao ouvir a proposta de um profissional, se a alternativa apresentada não for viável, a liderança precisa saber dar feedback ao colaborador. Caso contrário, o funcionário perderá o estímulo para acrescentar diferenciais à empresa.
9 - O reconhecimento da criatividade motiva as pessoas a saírem da zona de conforto. Se a empresa valoriza o comprometimento do colaborador, certamente ele não ficará parado no tempo e no espaço, mas sim buscará alternativas que se tornem um diferencial tanto para o negócio quanto para o seu autodesenvolvimento.
10 - Treinamentos e atividades diferenciadas que estejam focados na lógica do negócio sempre são ótimas alternativas para estimular a criatividade dos profissionais.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

PEDAGOGIAS ALTERNATIVAS

PEDAGOGIAS ALTERNATIVAS
PROF. LUIZ MACHADO

Há várias “pedagogias” que se podem considerar “alternativas”; tais como antroposófica, a logosófica, a montessoriana, a piagetiana, mas nenhuma delas é explicitamente baseada nos conhecimentos que hoje temos sobre o cérebro.Este artigo não trata de uma pedagogia alternativa, pois cuida de evolução dos conhecimentos da arte de ensinar, a Didática. Antes de prosseguirmos, faremos algumas considerações sobre as pedagogias mencionadas acima.A antroposofia (do grego anthropos, “homem” e sophia, “sabedoria”) é uma doutrina espiritual e mística que teve origem na teosofia (ver adiante), e que se baseia principalmente nos ensinamentos do filosofo austríaco Rudolf Stainer (1861-1925). As crianças, nas escolas que seguem esta doutrina, não aprendem a ler ou trabalhar com números senão depois dos 7 anos de idade e muita ênfase é dada à arte, drama, eurritmia (a arte de interpretar a musica por meio de movimentos corporais; especificamente o sistema de ginástica rítmica) e musica.A teosofia (do grego theos, “deus” e sophia, “sabedoria”, isto é, a “sabedoria divina”) indica uma doutrina espiritualista iniciada por Helena Petrovna Blavastky, a madame Blavastky, mística norte americana (1831-1891), ligada ao budismo e ao lamaísmo (religião cujo o chefe supremo é o Dalai-Lama).A logosofia (do grego logos, “o princípio da inteligibilidade”, “a razão” e sophia, “sabedoria”) indica a doutrina ético-filosófica fundada pelo pensador argentino González Pecotche (1901-1963), e que tem o objetivo de ensinar o homem a chegar à autotransformação mediante um processo de evolução consciente, libertando deste modo o pensamento das influencias sugestivas, isto é, idéias, características, crenças, valores que são introjetadas em sua mente sub-repticiamente.O método Montessori foi desenvolvido pela educadora italiana Maria Montessori (1870-1952). Com seu uso, cria-se um ambiente desafiador de modo que as crianças (de 3 a 7 anos) se desenvolvam. No mundo anglo-saxão, corresponde ao Método Froebel, criado pelo educador alemão Friedrich Wilhelm August Froebel (1852-1872) que procurou adaptar os princípios da educação centrada na criança do filósofo francês Jean Jacques Rousseau (1712-1778) e do educador suíço Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827) à educação da criança na Alemanha.O método Pestalozzi enfatiza a importância da mãe e do lar nos primeiros anos de educação da criança. (Pestalozzi ficou órfão de pai aos 5 anos de idade). Este método também destaca a necessidade de explorar experiências sensórias na criança a fim de ajudá-las a desenvolver idéias e em usar ambiente para ensiná-las a sintetizar experiência.Existem escolas que procuram seguir a teoria do desenvolvimento intelectual do psicólogo suíço Jean Piaget (nascido em 1896), a qual aponta o desenvolvimento intelectual como uma seqüência universal de estágios mentais. O desenvolvimento é dividido em três amplos estágios: o período sensório-motor (do nascimento aos 18 meses); o período das operações concretas (de 2 a 11) e o período das operações formais (de12 em diante).O que propomos é um ensino com base nos conhecimentos que temos do cérebro humano, principalmente do sistema de autopreservação e preservação da espécie (SAPE). As doutrinas, linhas de pensamento, correntes filosóficas que se ocupam de ensino/aprendizagem buscam, como nós, o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de auto-realização; por isso, podemos coincidir em vários pontos, pois também são vários os caminhos da busca da verdade.Aos leitores que quiserem estudar mais profundamente as bases científicas da Aprendizagem Acelerativa, recomendamos consultar a relação de obras no final deste artigo e entrar em contato com nossa equipe.Artigo extraído dos livros do Professor Luiz Machado, Ph.D.Cientista Fundador da Cidade do CérebroMentor da Emotologia

PROFESSOR COMO COORDENADOR DE SUA EQUIPE

O PROFESSOR COMO COORDENADOR DE SUA EQUIPE
PROF. LUIZ MACHADO – CIENTISTA FUNDADOR DA CIDADE DO CEREBRO

Este manual é constituído de elementos extraídos de livros de autoria do Prof. Luiz Machado, principalmente: “Introdução à Aprendizagem Acelerativa”, “Princípios de Emotologia e Emotopedia”, “O Cérebro do Cérebro”, “Toda Criança Nasce Gênio”, “Auto-Estimulação da Inteligência”.O conteúdo aqui apresentado é o conhecimento básico que um professor precisa dominar para atuar neste campo de desenvolvimento das capacidades humanas. Para dominar o campo de conhecimentos sistematizados, a fim de promover o desenvolvimento das capacidades humanas como elemento de auto-realização, nós cunhamos a palavra híbrida Emotologia (do latim e(x), “para fora”; motus, “movimento” e do grego - logos, “estudo de”, mais o sufixo - ia). A aplicação dos conhecimentos da Emotologia ao processo de ensino/aprendizagem é a Emotopedia.Como no parágrafo anterior mencionamos pela primeira vez neste artigo a palavra “profēssor”, vamos fazer algumas considerações sobre ela, que vem do latim professor (pronuncia-se [proféssor]), “o que cultiva uma arte”, “o que é versado em”, do verbo profitēri (pronuncia-se [profitéri]), de pro, “diante de” e fatĕor (pronuncia-se [fáteor]), “declarar”. Etimologicamente, “professor” é “aquele que declara seus conhecimentos diante de outrem”. Ora, no nosso sistema de Aprendizagem Acelerativa, o professor é “aquele que leva o aluno a aprender”, “aquele que cria as condições para que o aluno aprenda”; por isso, preferimos denominá-lo de “coordenador de equipe”.No momento em que queremos tornar a aula ativa, vibrante, interativa, não cabe a figura daquele que “dá aula”, isto é, expõe o conhecimento a um grupo de alunos passivamente sentados compondo um auditório cativo.“Coordenador” e não “chefe” da equipe, porque o verdadeiro chefe de uma equipe é o objetivo para o atingimento do qual ela existe.Quando se diz “não é o professor que ensina, mas o aluno que aprende”, em vez de diminuir-se, aumenta-se a responsabilidade do professor, pois seu trabalho não se esgota em “dar aulas” e, sim, quando o aluno aprende, melhor ainda, quando o aluno aprende a aprender e aprende a gostar de aprender; aprende a fazer o que se torna capaz de fazer. Um trabalho sem resultados é como uma árvore que não dá frutos. Se o aluno não aprende, o professor fracassa. Como Coordenador de Equipe, ele tem mais oportunidade de ver o resultado de seu trabalho.O desempenho que a sociedade espera do novo professor é que ele seja um animador, que desperte entusiasmo por aprender em seus alunos e que contribua para promover o desenvolvimento das potencialidades de seus alunos como elemento de auto-realização; assim, antes de ser professor desta ou daquela disciplina, o compromisso do novo professor é conduzir a aprendizagem de modo que o aluno desenvolva sua inteligência e sua criatividade para melhor qualidade de vida.Daqui por diante, vamos usar a denominação Coordenador de Equipe em lugar de “professor”, mesmo porque este artigo se destina a todos que ensinam, formal ou informalmente. Mesmo se, em alguma passagem, usamos a palavra “professor” estaremos nos referindo a Coordenador de Equipe. (Quando dizemos “ensinar” entenda-se “criar as condições para o aluno aprender”). Onde há comunicação, há alguma forma de aprendizagem. Por exemplo, na arte e ciência de administrar, as pessoas devem estar em constante processo interativo de aprendizagem. Já num trecho do grego Sêneca, cognominado “O Filósofo”, que viveu no início do primeiro milênio da era cristã, lêem-se as variantes em latim docēndo discĭmus (Pronuncia-se [docéndo díscimos] ou docēndo discĭtur (Pronuncia-se [docéndo díscitur}, que se traduz “ensinando aprendemos”.As pessoas são movidas por respostas a estímulos que mexem com suas significações. O termo-chave é este: significações, no qual está a raiz indo-européia sek, com o sentido de “cortar”. Com efeito, o sinal, o signo, é uma marca feita por incisão. Ao longo da vida, a pessoa vai ficando com suas marcas, suas significações que vão constituir sua programação mental. Aquilo que causa impressão no SAPE, isto é, aquilo que as afeta (do latim afficĕre [pronuncia-se “afícere”], de ad, “para junto de” e facĕo (pronuncia-se [fáceo]), “faço”, vai provocar registros, significações, ao nível dos centros diencefálicos* ou seja, do sistema límbico*, e se relaciona com emoção. É preciso tocar no significado dos alunos, é preciso afetá-los para interessá-los nas ações.Em nossos dias, tem havido muita confusão no uso de certos termos, gerando indecisão no seu uso e imprecisão no seu significado. Assim, a palavra neurolingística, que nos meios científicos, significa “um ramo da Lingüística que estuda as precondições neurológicas para o desenvolvimento e uso da linguagem no ser humano” passou a ser usada por alguns no sentido de Psicolingüística, isto é, os processos psíquicos subjacentes à aquisição e uso da linguagem. A ciência que estuda os significados é a Semântica, ramo da Lingüística, daí nossa proposta de usar Neurossemântica em lugar de neurolingüística para designar os estudos e aplicações da linguagem conceitual na formação e modificação de significados.A aprendizagem acelerativa aplica-se a qualquer disciplina, uma vez que ela é centrada na pessoa que aprende e não no tipo de conhecimento apresentado.Todo Coordenador de Equipe, professor de qualquer disciplina, deve ser um ator para despertar emoções, um diretor de teatro animador para saber gerar entusiasmo, um mágico para revelar o enorme potencial de seus alunos e um lógico para poder avaliar segundo a razão. Há em cada um de nós o Gênio da Lâmpada de Aladim, pronto para surgir, obedecendo ao toque de seu mestre para realizar-lhe os desejos. O professor deve ser o mestre que ensina ao aluno como esfregar a si mesmo para libertar o gênio da lâmpada que está dentro de si. É como o toque de fada*, que transforma sapos em príncipes.Nós não propomos um “método” rígido e, sim, um sistema, isto é, um conjunto de elementos interagindo para conseguir RESULTADOS. Num sistema, devemos descartar FINS, OBJETIVOS, METAS e CONTROLE. Fins são resultados finais abstratos, teóricos, ideais, de longo alcance, pertencentes ao mundo dos valores e não avaliáveis de maneira direta. Objetivos são resultados finais concretos, práticos, reais, alcançáveis em determinados períodos, pertencentes ao mundo dos bens, avaliáveis diretamente. METAS são etapas intermediárias no atingimento de objetivos. O objetivo mais o fim constituem a missão. Controle é o ajuste dos meios aos fins e à consecução dos objetivos. No sistema que usamos e propomos aos colegas, as “provas”, “os testes” são substituídos por “verificações de atingimento de objetivos” (VAO´s). Além destas verificações, nós temos momentos especiais para que se faça uma avaliação interna do que se venha realizando, com a participação de todos, coordenador de equipe e alunos, numa conversa franca e honesta; por isso, chamamos a esses momentos de CÍRCULOS DE CONTROLE DE APRENDIZAGEM (CCA).

PROFESSOR COMO COORDENADOR DE SUA EQUIPE

O PROFESSOR COMO COORDENADOR DE SUA EQUIPE
PROF. LUIZ MACHADO – CIENTISTA FUNDADOR DA CIDADE DO CEREBRO

Este manual é constituído de elementos extraídos de livros de autoria do Prof. Luiz Machado, principalmente: “Introdução à Aprendizagem Acelerativa”, “Princípios de Emotologia e Emotopedia”, “O Cérebro do Cérebro”, “Toda Criança Nasce Gênio”, “Auto-Estimulação da Inteligência”.O conteúdo aqui apresentado é o conhecimento básico que um professor precisa dominar para atuar neste campo de desenvolvimento das capacidades humanas. Para dominar o campo de conhecimentos sistematizados, a fim de promover o desenvolvimento das capacidades humanas como elemento de auto-realização, nós cunhamos a palavra híbrida Emotologia (do latim e(x), “para fora”; motus, “movimento” e do grego - logos, “estudo de”, mais o sufixo - ia). A aplicação dos conhecimentos da Emotologia ao processo de ensino/aprendizagem é a Emotopedia.Como no parágrafo anterior mencionamos pela primeira vez neste artigo a palavra “profēssor”, vamos fazer algumas considerações sobre ela, que vem do latim professor (pronuncia-se [proféssor]), “o que cultiva uma arte”, “o que é versado em”, do verbo profitēri (pronuncia-se [profitéri]), de pro, “diante de” e fatĕor (pronuncia-se [fáteor]), “declarar”. Etimologicamente, “professor” é “aquele que declara seus conhecimentos diante de outrem”. Ora, no nosso sistema de Aprendizagem Acelerativa, o professor é “aquele que leva o aluno a aprender”, “aquele que cria as condições para que o aluno aprenda”; por isso, preferimos denominá-lo de “coordenador de equipe”.No momento em que queremos tornar a aula ativa, vibrante, interativa, não cabe a figura daquele que “dá aula”, isto é, expõe o conhecimento a um grupo de alunos passivamente sentados compondo um auditório cativo.“Coordenador” e não “chefe” da equipe, porque o verdadeiro chefe de uma equipe é o objetivo para o atingimento do qual ela existe.Quando se diz “não é o professor que ensina, mas o aluno que aprende”, em vez de diminuir-se, aumenta-se a responsabilidade do professor, pois seu trabalho não se esgota em “dar aulas” e, sim, quando o aluno aprende, melhor ainda, quando o aluno aprende a aprender e aprende a gostar de aprender; aprende a fazer o que se torna capaz de fazer. Um trabalho sem resultados é como uma árvore que não dá frutos. Se o aluno não aprende, o professor fracassa. Como Coordenador de Equipe, ele tem mais oportunidade de ver o resultado de seu trabalho.O desempenho que a sociedade espera do novo professor é que ele seja um animador, que desperte entusiasmo por aprender em seus alunos e que contribua para promover o desenvolvimento das potencialidades de seus alunos como elemento de auto-realização; assim, antes de ser professor desta ou daquela disciplina, o compromisso do novo professor é conduzir a aprendizagem de modo que o aluno desenvolva sua inteligência e sua criatividade para melhor qualidade de vida.Daqui por diante, vamos usar a denominação Coordenador de Equipe em lugar de “professor”, mesmo porque este artigo se destina a todos que ensinam, formal ou informalmente. Mesmo se, em alguma passagem, usamos a palavra “professor” estaremos nos referindo a Coordenador de Equipe. (Quando dizemos “ensinar” entenda-se “criar as condições para o aluno aprender”). Onde há comunicação, há alguma forma de aprendizagem. Por exemplo, na arte e ciência de administrar, as pessoas devem estar em constante processo interativo de aprendizagem. Já num trecho do grego Sêneca, cognominado “O Filósofo”, que viveu no início do primeiro milênio da era cristã, lêem-se as variantes em latim docēndo discĭmus (Pronuncia-se [docéndo díscimos] ou docēndo discĭtur (Pronuncia-se [docéndo díscitur}, que se traduz “ensinando aprendemos”.As pessoas são movidas por respostas a estímulos que mexem com suas significações. O termo-chave é este: significações, no qual está a raiz indo-européia sek, com o sentido de “cortar”. Com efeito, o sinal, o signo, é uma marca feita por incisão. Ao longo da vida, a pessoa vai ficando com suas marcas, suas significações que vão constituir sua programação mental. Aquilo que causa impressão no SAPE, isto é, aquilo que as afeta (do latim afficĕre [pronuncia-se “afícere”], de ad, “para junto de” e facĕo (pronuncia-se [fáceo]), “faço”, vai provocar registros, significações, ao nível dos centros diencefálicos* ou seja, do sistema límbico*, e se relaciona com emoção. É preciso tocar no significado dos alunos, é preciso afetá-los para interessá-los nas ações.Em nossos dias, tem havido muita confusão no uso de certos termos, gerando indecisão no seu uso e imprecisão no seu significado. Assim, a palavra neurolingística, que nos meios científicos, significa “um ramo da Lingüística que estuda as precondições neurológicas para o desenvolvimento e uso da linguagem no ser humano” passou a ser usada por alguns no sentido de Psicolingüística, isto é, os processos psíquicos subjacentes à aquisição e uso da linguagem. A ciência que estuda os significados é a Semântica, ramo da Lingüística, daí nossa proposta de usar Neurossemântica em lugar de neurolingüística para designar os estudos e aplicações da linguagem conceitual na formação e modificação de significados.A aprendizagem acelerativa aplica-se a qualquer disciplina, uma vez que ela é centrada na pessoa que aprende e não no tipo de conhecimento apresentado.Todo Coordenador de Equipe, professor de qualquer disciplina, deve ser um ator para despertar emoções, um diretor de teatro animador para saber gerar entusiasmo, um mágico para revelar o enorme potencial de seus alunos e um lógico para poder avaliar segundo a razão. Há em cada um de nós o Gênio da Lâmpada de Aladim, pronto para surgir, obedecendo ao toque de seu mestre para realizar-lhe os desejos. O professor deve ser o mestre que ensina ao aluno como esfregar a si mesmo para libertar o gênio da lâmpada que está dentro de si. É como o toque de fada*, que transforma sapos em príncipes.Nós não propomos um “método” rígido e, sim, um sistema, isto é, um conjunto de elementos interagindo para conseguir RESULTADOS. Num sistema, devemos descartar FINS, OBJETIVOS, METAS e CONTROLE. Fins são resultados finais abstratos, teóricos, ideais, de longo alcance, pertencentes ao mundo dos valores e não avaliáveis de maneira direta. Objetivos são resultados finais concretos, práticos, reais, alcançáveis em determinados períodos, pertencentes ao mundo dos bens, avaliáveis diretamente. METAS são etapas intermediárias no atingimento de objetivos. O objetivo mais o fim constituem a missão. Controle é o ajuste dos meios aos fins e à consecução dos objetivos. No sistema que usamos e propomos aos colegas, as “provas”, “os testes” são substituídos por “verificações de atingimento de objetivos” (VAO´s). Além destas verificações, nós temos momentos especiais para que se faça uma avaliação interna do que se venha realizando, com a participação de todos, coordenador de equipe e alunos, numa conversa franca e honesta; por isso, chamamos a esses momentos de CÍRCULOS DE CONTROLE DE APRENDIZAGEM (CCA).

O SEGREDO

O livro que estou lendo no momento é o Segredo , de Rhonda Byrne. Sugiro a leitura, pois o livro nos revela que através dos nossos pensamentos ( A Lei da atração) nos tornaremos pessoas melhores. O conteúdo do livro é rico e nos mostra do que nossa mente é capaz de fabricar. E que somos aquilo que pensamos ser.
O livro é indicação motivacional. Vale a pena ler!